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Como é Linda a Puta da Vida
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A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert
A Rapariga no Comboio
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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Opinião - Filha do Pântano, Karen Dionne







Assim que vi a anunciar a publicação deste livro fiquei com vontade de o ler.
Esta é a história Helena, uma menina que nasceu e foi criada até aos 12 anos numa cabana no meio da floresta e perto do pântano.
A mãe foi raptada pelo pai quando era adolescente e mantida cativa na cabana, sem electricidade, água ou aquecimento.

A história é narrada por Helena, agora casada e com duas filhas, e começa com a fuga do pai da prisão.
Helena tenta ir procurar o pai na floresta pois acha que é única que conhece a floresta densa e o pântano tão bem como o pai, afinal de contas aprendeu com o pai.

O livro vai-nos contando a história desta família no presente e no passado, como foi sobreviver mais de 15 anos na floresta com pouca comida, roupa, medicamentos e outros bens de primeira necessidade.

Helena vive uma dualidade se sentimentos pelo pai, se por um lado no presente sabe o pai maltratou a mãe e a sequestrou, por outro, as lembranças da infância são boas, pois nessa altura não entendia as acções do "rei do pântano".

Eu gostei muito desta história e das descrições que a autora faz de como se vive numa cabana no meio da floresta sem acesso a quase nada.
Uma livro cativante com bastante suspense que leva o leitor da querer descobrir a verdade.

Classificação: 4/5


SINOPSE
Finalmente, Helena tem a vida que merece. Um marido dedicado, duas filhas lindas, um negócio que preenche os seus dias. Mas, quando um presidiário se evade violentamente de uma prisão vizinha, apercebe-se de que foi ingénua ao pensar que poderia deixar para trás os seus piores momentos. Helena tem um segredo: é o resultado de um rapto. O seu pai sequestrou a sua mãe quando esta era adolescente e manteve-a em cativeiro numa cabana remota nos pântanos da Península Superior do Michigan. Sem eletricidade, sem aquecimento, sem água canalizada, Helena, nascida dois anos depois do rapto, adorava a sua infância. E, apesar do comportamento por vezes brutal do pai, amava-o... até descobrir exatamente até que ponto uma pessoa podia ser selvagem.

Vinte anos depois, enterrou o passado tão profundamente que nem sequer o marido sabe a verdade. Mas, agora, o seu pai matou dois guardas prisionais e desapareceu num pântano que conhece melhor do que ninguém. A polícia começa a caça ao homem, mas Helena sabe que os agentes não têm qualquer hipótese de o apanhar. Sabe que há apenas uma pessoa que conta com as estratégias necessárias para encontrar alguém preparado para sobreviver a uma catástrofe e a quem o mundo chama «o rei do pântano»... porque há apenas uma pessoa que ele próprio treinou: a sua filha.
CRÍTICAS
«Um livro carregado de um suspense psicológico sensacional.»
Lee Child

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Opinião - O Livro dos Baltimore, Joel Dicker




Já tinha lido outro livro de Joel Dicker, A Verdade Sobre O Caso Harry Querbert que adorei. E já estava na estante há umas semanas, pois finalmente o tinha encontrado em 2ª mão. Depois de ver o emocionante vídeo da booktuber Dora Santos Marques, fiquei convencida a pegar já neste livro e foi a primeira leitura de dezembro.

A história é sobre a vida da família do escritor Marcus Goldman que é a personagem principal do livro A Verdade Sobre O Caso Harry Querbert. Relata a vida dele e da família Goldman, antes do que se passou no outro livro.

Eu adorei este livro, a forma como está escrito, a linguagem, o facto de ser contado em diferentes espaços temporais, as personagens são fantásticas, o facto de não serem nem terem vidas perfeitas, a relação entre os Goldman de Baltimore e os Goldman de Montclair, as descrições, as emoções e os sentimentos e as memórias da minha infância que despertaram, os segredos que todas as famílias têm, e chegar ao fim do livro e conseguir encaixar todas as peças deste grande puzzle que é este livro.

O dia do Drama foi o dia que modificou e transformou esta família, mas Joel Dicker comsegue andar à volta do assunto, referir várias vezes e deixar um suspense enorme sobre o que aconteceu neste dia.

Simplesmente fantástico!

Classificação: 5/5



SINOPSE
Até ao dia do Drama, existiam dois ramos da família Goldman: os de Baltimore e os de Montclair. O ramo de Baltimore, próspero e bafejado pela sorte, mora numa luxuosa mansão e encarna a imagem da elite americana. Já os Goldman de Montclair são uma típica família de classe média e vivem numa casa banal em Nova Jérsia. Tudo isto se transforma com o Drama. Movido pelas memórias felizes dos tempos áureos de Baltimore, Marcus Goldman procura descobrir o que se passou no dia do Drama, que mudaria para sempre o destino da família. O que aconteceu realmente aos Goldman de Baltimore? 

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Opinião - As Raparigas Esquecidas, Sara Blaedel




Já há muito que tinha vontade de ler os livros da nórdica sara Blaedel mas houve sempre algum livro que foi sendo colocado à frente e só agora peguei nele.
A história começa com o aparecimento de um corpo de uma mulher numa floresta da Dinamarca, porém a polícia não a consegue identificar e ninguém a reclama. 
A agente da polícia Louise Rick consegue identificar a mulher como sendo uma das raparigas de Eliselund, uma instituição que acolhia crianças com problemas do foro mental.

Há uma boa descrição do que foi esse instituto estatal e como eram tratadas as crianças com estes problemas, mas que é perturbador de ler.

Este livro tem várias histórias para além da principal sobre o desaparecimento de Lisemette. 
A agente Louise conhece bem a região da floresta, pois passou a sua infância e adolescência nessa zona e ela própria tem uma história mal resolvida do seu passado.
É abordada a vida pessoal da Louise e por isso fica-se a conhecer bem a personagem principal.

Apesar de não o entendermos logo mas tudo isto está ligado entre si e liga várias pessoas às duas histórias.

É, sem dúvida, um bom thriller que gostei bastante de ler, com muitos segredos guardados do passado, com muito mistério e suspense. A história prende-nos ao livro e deixa-nos uma grande vontade de chegar ao fim
para ser revelado o que efectivamente aconteceu.

Classificação: 4/5




SINOPSE
Numa floresta da Dinamarca, um guarda-florestal encontra o corpo de uma mulher. Marcada por uma cicatriz no rosto, a sua identificação deveria ser fácil, mas ninguém comunicou o seu desaparecimento e não existem registos acerca desta mulher.
Passam-se quatro dias e a agente da polícia Louise Rick, chefe do Departamento de Pessoas Desaparecidas, continua sem qualquer pista. É então que decide publicar uma fotografia da misteriosa mulher. Os resultados não tardam. Agnete Eskildsen telefona para Louise afirmando reconhecer a mulher da fotografia, identificando-a como sendo Lisemette, uma das «raparigas esquecidas» de Eliselund, antiga instituição estatal para doentes mentais onde trabalhara anos antes.
Mas, quando Louise consulta os arquivos de Eliselund, descobre segredos terríveis, e a investigação ganha contornos perturbadores à medida que novos crimes são cometidos na mesma floresta.

Através de uma narrativa envolvente, vertiginosa e de forte impacto emocional, Sara Blædel não deixa o leitor descansar enquanto não chegar ao fim do livro.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Sara Blædel é incrivelmente talentosa em manter o leitor preso ao livro mesmo quando este preferiria desviar o olhar nas cenas mais gráficas. Recomendado para fãs de Camilla Läckberg.»
Library Journal

«Uma protagonista inteligente que luta contra os seus próprios medos e defeitos, numa história contada de forma muito hábil, ao estilo negro do thriller nórdico.»
Booklist

«Blædel consegue descrever crimes terríveis de modo absolutamente genial e envolvente. Um realismo intransigente que revela o thriller no seu melhor.»
The Washington Post

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Novidades de Dezembro - Uma Vida Muito Boa Os Benefícios do Fracasso e a Importância da Imaginação de J. K. Rowling




SINOPSE

Em 2008, J.K. Rowling proferiu um discurso profundamente marcante na Universidade de Harvard perante uma audiência de jovens recém-formados. Uma Vida Muito Boa, agora publicado pela primeira vez em língua portuguesa, contém palavras sábias de J.K. Rowling, proporcionando orientações a todos os leitores que se encontrem num momento de viragem decisivo das suas vidas, colocando questões profundas e estimulantes: como aceitar o fracasso? Como podemos usar a nossa imaginação em benefício não só de nós próprios mas também dos outros?

Partindo das suas vivências enquanto jovem recém-formada, a mundialmente famosa escritora trata neste pequeno livro de algumas das questões mais importantes da vida com inteligência e força emocional. Abordando temas como o fracasso, as adversidades, a imaginação e a inspiração, este livro permanece tão relevante hoje como da primeira vez que J.K. Rowling proferiu estas palavras, há 9 anos.

A Presidente da Universidade de Harvard, Drew Gilpin Faust, afirmou: «O percurso de J.K. Rowling constitui um poderoso exemplo. O discurso que a autora de Harry Potter proferiu constitui uma dádiva extraordinária para todos nós que tivemos o privilégio de a ouvir e agora de a ler.»

J.K. Rowling doará as receitas provenientes das vendas deste livro à Lumos Foundation, instituição de solidariedade a que preside. Esta iniciativa insere-se no seu compromisso de financiar os custos operacionais da referida instituição, permitindo assim que todas as doações possam ser encaminhadas diretamente para os projetos no terreno.

sábado, 2 de dezembro de 2017

Novidades de Dezembro - Os Meninos que Enganavam os Nazis de Joseph Joffo




SINOPSE


A luta pela sobrevivência contada por um menino judeu na França ocupada pelos nazis. Uma história verídica. 1941, Paris é uma cidade ocupada pelos exércitos nazis. o poder de Hitler controla a França; as perseguições e o medo pairam por todo o país. Joffo, um respeitado barbeiro judeu, decide dispersar a sua família de forma a evitar o destino cruel que os espera a todos. 

Depois da fuga dos filhos mais velhos, perante o perigo sempre à espreita, Joseph, de apenas dez anos, e Maurice, de doze, deixam também a capital, entregues a si próprios, para tentarem escapar à brutalidade e à morte. Uma impressionante história autobiográfica, narrada pelo irmão mais novo, cuja espontaneidade, ternura e humor comprovam o triunfo da amizade, da generosidade, do espírito de entreajuda.
CRÍTICAS
«Este livro, que nos fala de medo, angústia, sofrimento, poderia ser também o livro do ódio, mas ele é afinal um grito de esperança e de amor.»
Bernard Clavel, escritor
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«A espontaneidade, a ternura, a emoção discreta, o humor contidos neste livro tornam-no diferente de qualquer outro.»
La Croix

«Uma verdadeira joia literária.»
Diario 16