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sábado, 12 de maio de 2018

Opinião - A Mulher Desaparecida, Sara Blaedel



Este é o terceiro livro da autora Sara Blaedel a ser publicado em Portugal, é uma série protagonizada pela chefe do Departamento de Pessoas Desaparecidas, Louise Rick.
Apesar de serem histórias independentes, há alguns partes da vida de Louise que vamos conhecendo ao longos dos vários livros, pelo que devem ser lidos pela ordem de edição.

O livro começa com o assassinato de uma mulher, dentro da sua própria casa. Após as investigações iniciais a policia entende que se trata de uma mulher dinamarquesa que desapareceu há 18 anos sem deixar rasto.

Quem a matou, porquê, e porque é que se manteve escondida tanto tempo? São estas as perguntas que vão sendo respondidas ao longo da narrativa.

Eik, colega e amante de Louise, foi quem reportou o desaparecimento da mulher há 18 anos. Assim que é informado da morte dela, vai para Inglaterra e não diz nada a ninguém. Louise fica de rastos quando descobre.

Gostei bastante desta leitura, a história é um pouco diferente, aborda um assunto sensível, a eutanásia e as clínicas de morte assistida. É relatado todo o sofrimento por que passam os doentes terminais e as suas famílias, como é pensada e tomada a decisão de porem fim à sua vida. Apesar de triste, achei interessante e útil tomar conhecimento deste assunto.

Sairá ainda este mês um novo livro de Sara Blaedel, Mulheres da Noite.


Classificação. 4/5


SINOPSE

Num bairro familiar e acolhedor nos arredores de Londres, uma mulher foi alvo de um violento assassínio. Um tiro certeiro de uma caçadeira atravessou a janela da cozinha, onde ela se encontrava com o marido e a filha. A morte foi imediata.

Ao iniciar a investigação, a polícia local descobre que a mulher, de nome Sophie Parker, se tratava na verdade de uma cidadã dinamarquesa que se encontrava desaparecida há 18 anos. Louise Rick, chefe do Departamento de Pessoas Desaparecidas, fica responsável pelo caso. É então que novas e surpreendentes revelações desvendam que fora Eik, seu colega e amante, quem declarara o desaparecimento de Sophie.

Assim que é informado da morte de Sophie, Eik desaparece misteriosamente e, passadas 24 horas, é preso em Inglaterra e acusado de ser o responsável pelo crime.

Mais uma vez, Sara Blædel contempla-nos com uma história extraordinária onde a aventura, o suspense e o desespero são absolutamente reais. 

Nenhum leitor conseguirá ficar indiferente!
CRÍTICAS
«Sara Blædel brinda-nos com uma das melhores leituras com que já me deparei!»
Michael Connelly

«Sarah Blaedel está sem dúvida entre os melhores.»
Camilla Läckberg
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Uma escrita absolutamente genial e envolvente. Um realismo intransigente que revela o thriller no seu melhor.»
Washington Post

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Opinião - As Raparigas Esquecidas, Sara Blaedel




Já há muito que tinha vontade de ler os livros da nórdica sara Blaedel mas houve sempre algum livro que foi sendo colocado à frente e só agora peguei nele.
A história começa com o aparecimento de um corpo de uma mulher numa floresta da Dinamarca, porém a polícia não a consegue identificar e ninguém a reclama. 
A agente da polícia Louise Rick consegue identificar a mulher como sendo uma das raparigas de Eliselund, uma instituição que acolhia crianças com problemas do foro mental.

Há uma boa descrição do que foi esse instituto estatal e como eram tratadas as crianças com estes problemas, mas que é perturbador de ler.

Este livro tem várias histórias para além da principal sobre o desaparecimento de Lisemette. 
A agente Louise conhece bem a região da floresta, pois passou a sua infância e adolescência nessa zona e ela própria tem uma história mal resolvida do seu passado.
É abordada a vida pessoal da Louise e por isso fica-se a conhecer bem a personagem principal.

Apesar de não o entendermos logo mas tudo isto está ligado entre si e liga várias pessoas às duas histórias.

É, sem dúvida, um bom thriller que gostei bastante de ler, com muitos segredos guardados do passado, com muito mistério e suspense. A história prende-nos ao livro e deixa-nos uma grande vontade de chegar ao fim
para ser revelado o que efectivamente aconteceu.

Classificação: 4/5




SINOPSE
Numa floresta da Dinamarca, um guarda-florestal encontra o corpo de uma mulher. Marcada por uma cicatriz no rosto, a sua identificação deveria ser fácil, mas ninguém comunicou o seu desaparecimento e não existem registos acerca desta mulher.
Passam-se quatro dias e a agente da polícia Louise Rick, chefe do Departamento de Pessoas Desaparecidas, continua sem qualquer pista. É então que decide publicar uma fotografia da misteriosa mulher. Os resultados não tardam. Agnete Eskildsen telefona para Louise afirmando reconhecer a mulher da fotografia, identificando-a como sendo Lisemette, uma das «raparigas esquecidas» de Eliselund, antiga instituição estatal para doentes mentais onde trabalhara anos antes.
Mas, quando Louise consulta os arquivos de Eliselund, descobre segredos terríveis, e a investigação ganha contornos perturbadores à medida que novos crimes são cometidos na mesma floresta.

Através de uma narrativa envolvente, vertiginosa e de forte impacto emocional, Sara Blædel não deixa o leitor descansar enquanto não chegar ao fim do livro.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Sara Blædel é incrivelmente talentosa em manter o leitor preso ao livro mesmo quando este preferiria desviar o olhar nas cenas mais gráficas. Recomendado para fãs de Camilla Läckberg.»
Library Journal

«Uma protagonista inteligente que luta contra os seus próprios medos e defeitos, numa história contada de forma muito hábil, ao estilo negro do thriller nórdico.»
Booklist

«Blædel consegue descrever crimes terríveis de modo absolutamente genial e envolvente. Um realismo intransigente que revela o thriller no seu melhor.»
The Washington Post