quarta-feira, 8 de junho de 2022
Opinião - Criada, A luta de uma mãe pela sobrevivência de Stephanie Land
quinta-feira, 28 de abril de 2022
Opinião - A Maldição de Lourenço Seruya
sábado, 15 de janeiro de 2022
Opinião - O Homem Sem Cara de Peter May
Este é o primeiro livro que leio do autor escocês Peter May, publicado inicialmente em 1981, esta é uma reedição. É um dos seus primeiros livros publicados e esta edição foi revista pelo autor. A história transporta-nos para 1979 em Bruxelas para um ambiente político em torno da então CEE.
Neil Bannerman é um jornalista que foi destacado para este cidade belga para fazer investigação política. Ficou hospedado na casa do colega Tim Slater que tem uma filha autista, Tânia, com a qual Neil estabelecer logo uma relação especial assim que se conhecem.
Poucos dias depois da sua chegada a Bruxelas, dois homens são encontrados mortos a tiro numa mansão: um deles é o Ministro de Estado britânico para a Europa e o outro é o colega Tim Slater. Rapidamente a polícia diz que se mataram um ao outro mas Neil não acredita nessa tese, até porque Tânia estava escondida na mansão e presenciou os acontecimentos. Mas devido ao seu problema não consegue contar o que viu, apenas o faz por desenhos. Vai fazer a sua própria investigação e tentar descobrir quem matou Slater e Gryffe.
Gostei bastante desta história, especialmente porque sendo passada na altura que foi a investigação policial e jornalística é feita sem qualquer recurso às novas tecnologias. Uma investigação "à moda antiga". É bom para variar um pouco. Além das referências a certos pormenores da época dos quais já nos esquecemos.
O autor deu voz ao assassino, tornando-o um dos narradores desta história o que permitiu saber desde o início o que tinha acontecido. Mas nunca perdi o interesse na trama pois nunca sabemos quem nem o que está por detrás destas mortes.
Não foi um final que deslumbrou mas gostei de toda a explicação da motivação dos crimes. Vou querer ler mais livros de Peter May.
Classificação: 3,5/5
Agradeço à editora o envio de um exemplar.
Um jornalista sem medo.
Neil Bannerman, um experiente jornalista, é enviado para Bruxelas, para reportar o que espera ser, apenas, uma conspiração política. Porém, a tragédia instala-se à chegada, quando dois britânicos, um influente político e um outro jornalista, são encontrados mortos.
Uma criança sem pai.
No seu aparentemente insensível desprendimento, Bannerman vai-se aproximando de Sally, uma corajosa mulher que lhe mostra muito mais do que ele esperava saber ou encontrar, e também de Tania, uma criança autista, filha de um dos assassinados, que viu o crime escondida num armário.
O homem sem rosto.
Bannerman aventura-se numa intrigante história que parece estabelecer uma ligação entre as mortes e a investigação jornalística que o enviara para Bruxelas em primeiro lugar, enquanto um impiedoso assassino se movimenta pela cidade. Conseguirá ele proteger a criança e desmascarar o assassino ou será já demasiado tarde?
Guardian
«Fortíssimo.»
The Times
segunda-feira, 6 de dezembro de 2021
Opinião - Nomadland Sobreviver na América no século XXI de Jessica Bruder
quinta-feira, 26 de agosto de 2021
Opinião - Refém de Clare Mackintosh
Neste quarto livro que leio da autora, vamos conhecer Mina, o marido Adam e a filha Sophia. Após várias tentativas falhadas de engravidar, o casal decidiu adotar Sophia mas a menina, agora com 5 anos, sofre de um síndroma.
Mina é hospedeira e vai ser inaugurado o primeiro voo sem escalas Londres - Sydney, com a duração de 20 horas. Ela está com muita vontade de fazer este voo e acaba por trocar com um colega. Adam é polícia e como também trabalha por turnos, o casal recorre aos serviços de uma babysitter, a Katya, para ficar com a filha quando é necessário. Sendo o livro narrado alternadamente pela Mina e pelo Adam, vamos perceber que o casamento deles não está bem, tendo inclusivamente levado a que a babysitter se tenha despedido. Mina acredita que Adam se envolveu com a Katya e parte para o seu voo com este problema na sua mente.
Poucas horas depois de ter levantado voo, Mina recebe um bilhete, onde lhe é pedido para fazer alguém entrar no cockpit do avião, caso contrário a vida de Sophia corre perigo. A partir daqui começa toda a tensão e suspense desta história. Mina vai ter de lidar com esta situação e com a ameaça que pende sobre a vida da filha.
Gostei muito desta trama, cheia de suspense e tensão, numa ambiente altamente claustrofóbico. Apesar de o início ter sido um pouco mais lento, pois focou-se muito nas questões familiares de Mina, não estragou o ritmo da narrativa. A tensão que se sente e que me deixou nervosa foi tanto no avião como em Londres, como o que se ia passando na casa de Mina com o marido e a filha.
Gostei do facto de a autora nos ir apresentando ao longo da história alguns dos 353 passageiros do Boeing 777. Abordou também um tema muito pertinente e importante, o da poluição e alterações climatéricas, que me levaram a refletir um pouco sobre o assunto.
O que dizer do final? Vários twists mesmo no fim da história que me surpreenderam muito. Apenas achei que houve dois acontecimentos que achei pouco verossímeis e por isso não consigo que a minha classificação chegue às 5 estrelas.
Sem dúvida uma ótima recomendação de leitura para quem gosta de thrillers.
Classificação: 4/5
Agradeço à editora o envio de um exemplar.
Aperta o cinto… poderás sentir alguma turbulência
Um thriller claustrofóbico que te transporta até um voo arrepiante de vinte horas, sem escalas, de Londres a Sydney.
Mina está a tentar concentrar-se no seu trabalho como hospedeira de bordo em vez de pensar nos problemas da sua filha de cinco anos ou nas fissuras do seu casamento. Mas, assim que o avião se encontra a quilómetros de altitude, Mina recebe uma nota arrepiante de um passageiro anónimo. Alguém com a intenção de garantir que o avião nunca chegue ao seu destino. Alguém que precisa da colaboração de Mina e sabe exatamente como fazê-la obedecer.
Restam vinte horas para aterrar no destino. Muita coisa pode acontecer em vinte horas.
Shari Lapena
«É como assistir a um filme de ação.»
Lisa Jewell
quinta-feira, 12 de agosto de 2021
Novidade - O Segredo de Wuhan de Luís Corredoura
quinta-feira, 22 de julho de 2021
Opinião - Heartstopper: Volume 2 O nosso segredo de Alice Oseman
Nick e Charlie são melhores amigos. Nick sabe que Charlie é gay, e Charlie tem a certeza de que Nick não o é.
Mas um beijo espontâneo muda tudo: Charlie pensa que cometeu um erro terrível e Nick está mais confuso do que nunca... Mas o amor funciona de maneiras surpreendentes e Nick começa a ver o mundo de uma nova maneira, descobrindo uma série de coisas... especialmente, sobre si próprio.
Este é o segundo volume Heartstopper, a banda desenhada premiada (Goodreads Choice Awards 2020) de Alice Oseman
segunda-feira, 12 de julho de 2021
Opinião - A Ilha Sagrada de L.J Ross
quinta-feira, 24 de junho de 2021
Opinião - O que Dizer das Flores de Maria Isaac
Sob este vila paira um mistério de um grande incêndio, 10 anos antes, com consequências trágicas, ficando algumas pontas soltas, nunca tendo ficado bem explicado. Este acontecimento volta a estar na ordem do dia quando o responsável pelo incêndio foge da prisão...
Bem-vindo a Mont-o-Ver!
Português que se ponha a caminho da montanha, no inverno, ou da praia, no verão, é certo passar por esta planície de canaviais; mais certo ainda, nem dar por ela. A velha linha férrea passa-lhe ao lado e os comboios já nem sequer abrandam por aqui. Em tanto espaço igual, esta é paisagem fácil de se perder.
Pois permitam que vos apresente os ilustres da vila.
O padre Elias Froes, o homem santo que tem por hábito gastar tempo a pensar no mundo, raramente em si próprio. Guarda segredos que mais ninguém sabe.
Catalina Barbosa, aventureira e contestatária. Menina bem-comportada apenas aos domingos, quando a avó a amordaça dentro de um vestido bonito para ir à missa.
Rosa Duque, a mulher que, em tempos, teve tudo para ser feliz. Foi vencida por um coração partido e resgatada por uma flor.
Zé Mau, o terror na vida das crianças. Os irmãos Mondego, os vilões nas histórias dos adultos.
Este vilarejo pode até ser pequeno e parado, mas está cheio de gente atrapalhada com muita vida para esconder.
Descubram comigo o que aconteceu, afinal, na noite do grande incêndio de há uma década e quem são os verdadeiros heróis desta nossa história pitoresca, temperada com os habituais mal-entendidos.
Bem-vindo a Mont-o-Ver!
domingo, 30 de maio de 2021
Opinião - A Mão que Mata de Lourenço Seruya
Classificação: 4/5
Numa fria manhã de inverno, é encontrado um cadáver numa mansão na Serra de Sintra.
A família Ávila estava aí reunida para formalizar as partilhas patrimoniais, na sequência do falecimento do patriarca e jamais imaginava que o processo seria interrompido daquela forma.
O Inspetor Bruno Saraiva e a sua brigada da PJ são chamados a investigar, deparando-se com um caso peculiar: a vítima não era propriamente adorada pelos familiares, mas também ninguém tinha motivos para a querer morta. Terá o homicídio resultado de um assalto?
As opiniões dividem-se e a família Ávila não parece muito disposta a colaborar com a polícia.
Até que é encontrado um segundo cadáver na mansão…
Bruno Saraiva não tem dúvidas que o assassino está naquela casa, mas não tem ninguém que o apoie nesta teoria. Sem provas concretas que sustentem a sua crença, o Inspetor faz uma viagem-relâmpago a uma aldeia do Norte. Aí, toma conhecimento de uma informação que o põe no encalço do assassino: alguém que está disposto a tudo para esconder um terrível segredo.
segunda-feira, 17 de maio de 2021
Opinião - Arsène Lupin - Cavalheiro Ladrão de Maurice Leblanc
SINOPSE
sábado, 1 de maio de 2021
Novidade de Maio - O que Dizer das Flores, Maria Isaac
O Que Dizer das Flores
O Livros e Papel foi um dos blogs escolhidos para divulgar a capa deste novo livro. Obrigada @culturaeditora
O que acharam desta capa?
𝗦𝗜𝗡𝗢𝗣𝗦𝗘:
BEM-VINDO A MONT-O-VER!
Português que se ponha a caminho da montanha, no inverno, ou da praia, no verão, é certo passar por esta planície de canaviais; mais certo ainda, é nem dar por ela. A velha via-férrea passa-lhe ao lado e os comboios já nem sequer abrandam por aqui. Em tanto espaço igual, esta é paisagem fácil de se perder.
Pois permitam que vos apresente os ilustres da vila.
O padre Elias Froes, o homem santo que tem por hábito gastar tempo a pensar no mundo, raramente em si próprio. Guarda segredos que mais ninguém sabe.
Catalina Barbosa, aventureira e contestatária. Menina bem-comportada apenas aos domingos, quando a avó a amordaça dentro de um vestido bonito para ir à missa.
Rosa Duque, a mulher que, em tempos, teve tudo para ser feliz. Foi vencida por um coração partido e resgatada por uma flor.
Zé Mau, o terror na vida das crianças. Os irmãos Mondego, os vilões nas histórias dos adultos.
Este vilarejo pode até ser pequeno e parado, mas está cheio de gente atrapalhada com muita vida para esconder.
Descubram comigo o que aconteceu, afinal, na noite do grande incêndio uma década antes e quem são os verdadeiros heróis desta nossa história pitoresca, temperada com os habituais mal-entendidos.
Bem-vindo a Mont-o-Ver!
quarta-feira, 7 de abril de 2021
Opinião - Segredo Mortal de Bruno M. Franco
Depois de vários teasers publicados no Instagram do autor e da editora, foi impossível ficar indiferente a este novo livro do Bruno Franco.
A história começa na véspera de Natal quando ocorre um violento temporal, causando grandes inundações mas apenas na cidade de Lisboa, ficando conhecido como o Desastre de Lisboa. Houve centenas de mortes e muitas casas e edifícios destruídos...
Alguns meses depois, Leonardo Rosa e Marta Mateus, dois investigadores da PJ, foram chamados para intervir na investigação da descoberta de um "corpo" numa praia da Fonte da Telha. Rapidamente percebem estar perante um assassinato em série.
Paralelamente a esta investigação, vamos conhecer Carlos que, após uma saída com os amigos para comemorar o fim da sua licenciatura, acorda para descobrir que é acusado de ter morto dois agentes da PSP, sem que ele se recorde do que aconteceu...
Bom, o que poderão todas estas história ter a ver umas com as outras? É isso que vamos descobrir!
Gostei bastante desta leitura primeiro porque tem capítulos curtos; é narrada a três vozes: pelo Carlos, pelo Leonardo e pelo assassino em série; é uma narrativa onde está sempre alguma coisa a acontecer. Tem realmente um ritmo muito rápido e a história prendeu-me logo nos primeiros capítulos. Gostei também das várias explicações que são dadas aos longo do livro sobre os assuntos abordados na história.
Um história bem construída onde todos os pedacinhos de informação se vão encaixando com toda a perícia até ao seu desfecho.
Li este livro sempre com grande curiosidade no que viria a seguir. Por tudo isto, não posso deixar de recomendar esta história a quem gosta de um bom thriller, cheio de suspense, com muitas surpresas e reviravoltas.
Muitos parabéns Bruno pelo livro! Agradeço à Cultura Editora por continuar a apostar em jovens autores portugueses!
Fiquei fã do Leonardo e da Marta, espero que esta dupla apareça em próximos livros.
Classificação: 4/5
Obrigada à editora pelo envio de um exemplar e ao Bruno Franco pelo autografo com dedicatória.
sexta-feira, 19 de março de 2021
Opinião - A Nova Índia, Iris Bravo
segunda-feira, 1 de março de 2021
Novidade de Março - A Nova Índia de Iris Bravo
Pré-venda de 1 a 10 de março
Data de lançamento: 11 de março
SINOPSE:
O AGUARDADO DESENLACE DO ROMANCE QUE APAIXONOU MILHARES DE
LEITORES
Se usares o meu código de desconto LIVROSEPAPEL no site da Cultura Editora, o valor dos portes (3,50€) será gratuito durante a pré-venda de «A Nova Índia», de 1 a 10 de março.











































