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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Novidades de Fevereiro - Em Nome do Amor de Kristin Hannah







SINOPSE

Quando Mikaela Campbell, esposa e mãe amada, entra em coma, cabe ao seu marido, Liam, manter a família unida e cuidar dos filhos desolados e assustados. Os médicos dizem-lhe que não tenha esperança de que ela recupere, mas ele acredita que o amor é capaz de fazer o que a medicina não consegue. Todos os dias, senta-se ao lado dela, conta-lhe histórias da vida preciosa que construíram juntos, na esperança de que ela acorde. Mas depois descobre provas do passado secreto da mulher: um primeiro casamento com a estrela de cinema Julian True.

Desesperado por trazer Mikaela de volta a qualquer custo, Liam sabe que tem de pedir ajuda a Julian. Mas irá essa decisão custar-lhe a mulher, a família e tudo o que estima?

domingo, 29 de setembro de 2019

Opinião - Um Amor do Passado de Kristin Hannah





Este foi o livro escolhido para o mês de setembro do projeto Kristin Hannah.
E que posso dizer deste livro? Fantástico! Mais uma vez Kristin Hannah não desilude. Já é uma das minhas autoras favoritas.

Conhecemos Madelaine, uma médica cardiologista que vive com a filha Lina de 16 anos. Foi mãe muito nova, com 17 anos e o pai da Lina nunca conheceu a filha. A jovem vive revoltada com esta situação e começa a perguntar à mãe pelo pai, quem ele é e está decidida a procurá-lo. Lina culpa a mãe pelo pai as ter abandonado.
O padre Francis é um grande amigo de Madelaine, foi quem a apoiou ao longo dos anos assim como foi quase um pai para Lina, a única referencia masculina na sua vida.

Paralelamente acompanhamos a vida de de Angel de Marco, um famoso actor de Hollywood que leva uma vida regada de álcool, drogas e mulheres. Mas a sua saúde inspira grande cuidados apesar dele não se conformar com essa realidade. 

Quando o mundo destas duas personagens se cruza é que vamos saber o que realmente aconteceu no passado.

Mais uma vez a autora consegue escreve um livro fantástico, de fazer chorar as pedras da calçada. Tão triste mas ao mesmo tempo uma história tão bonita.
Uma leitura que facilmente se torna compulsiva, que ao mesmo tempo queremos ler mais mas também não queremos que acabe. Muito bom!

Agradeço à Circulo de Leitores por me ter cedido um exemplar deste livro.

Classificação: 5/5
                                                      
Sinopse:
Um romance sobre as linhas frágeis que nos unem e a possibilidade de obter segundas oportunidades.

Madelaine Hillyard é uma cardiologista mundialmente famosa, mas a sua vida pessoal não é assim tão bem-sucedida: mãe solteira dedicada, está em constante conflito com a filha Lina - uma jovem rebelde de 16 anos desesperada para conhecer o pai. O padre Francis DeMarco é o porto de abrigo de Madelaine, mas o mesmo não se pode dizer do irmão de Francis, Angel, que abandonou Madelaine - e a paternidade - muitos anos antes para ir em busca de fama e fortuna. Quando Angel regressa com uma situação clínica complicadíssima e procura ajuda junto das mesmas pessoas que traiu, a realidade  de todos vai mudar para sempre.

"Poderoso, aliciante e emocionalmente complexo."

"[...] uma história terna de crescimento emocional, perdão e da possibilidade de os milagres acontecerem."



terça-feira, 13 de agosto de 2019

Opinião - Uma Estrela na Noite de Kristin Hannah





Este é o mais recente livro da Kristin Hannah a ser publicado pela Editora Bertrand e é a continuação de As Inseparáveis (opinião aqui).

Assim, este segundo livro começa onde termina o primeiro: a família de Kate e a melhor amiga Tully lidam com a dura realidade da morte de Kate.

Não quero falar muito da história em si pois não iria conseguir fazê-lo sem revelar algo importante para quem ainda não leu. Colmata as faltas de informação do primeiro e ficamos a entender toda história por detrás de todas as personagens pois é-nos contada a versão da mãe de Tully.

Quero sim dizer que este livro é tão bom como o primeiro, está muito bem escrito. A Kristin Hannah tem uma grande capacidade de escrever histórias que nos envolvem de tal forma que ficamos viciadas. Parece que conhecemos as personagens pessoalmente e há muito tempo, não sei explicar...

Eu quero ler todos os livros dela. Agradeço ao Booktube por me ter dado a conhecer esta autora, primeiro através do Rouxinol e depois outros livros dela através do projeto ler Kristin Hannah da Dora do canal Books & Movies e da Maria João Covas do canal Livros? Gosto.

Que mais posso dizer: leiam este livro, leiam Kristin Hannah!

Classificação: 5/5


SINOPSE
Tully Hart e Kate Mularkey eram amigas inseparáveis. Agora, anos mais tarde, Tully tenta lidar com a perda da sua melhor amiga e cumprir a promessa que lhe fez de apoiar os seus filhos - mas Tully desconhece o que é ser mãe, ter uma família e preocupar-se com os outros. Marah Ryan, a filha de Kate, anda tão perdida na sua dor como Tully. Dorothy Hart, a mãe de Tully, é uma mulher instável que abandonou a filha muitas vezes no passado, mas reaparece desesperada por uma oportunidade de ser boa mãe. 

Uma tragédia irá unir estas três mulheres e colocá-las num momento da vida poderoso e de redenção. Todas elas estão desnorteadas e vão precisar umas das outras - e talvez de um milagre - para transformar as suas vidas...
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Os leitores vão apreciar a profundidade das personagens, a forma como elas caminham em direção a um comovente desfecho.»
Publishers Weekly

terça-feira, 16 de abril de 2019

Opinião - A Grande Solidão, Kristin Hannah





Este foi o primeiro livro escolhido para o projecto "Ler Kristin Hannah" das booktubers Maria João Covas e Dora Marques, o mais recente livro da autora. Todos os meses, a começar em abril, será lido um livro da autora, escolhido previamente.

A história passa-se essencialmente no Alasca nos anos 70. Uma família, Ernt, Cora e a filha de 13 anos Leni recebem uma herança de um colega do Ernt, combatente da Guerra do Vietname. Essa herança é uma casa no Alasca e Ernt decide mudar-se com a família depois de andar perdido após o seu regresso da guerra, foi como que um recomeço de vida.

O livro fala-nos então da adaptação desta família ao Alasca selvagem, onde os dias inverno são muito rigorosos. Há muitos perigos naturais e muito pouca comida. Todos trabalham na primavera e no verão para reunir e armazenar comida e lenha para durar o inverno todo. A família irá aprender a sobreviver ao inverno.
O local para onde se mudam tem muito poucas condições, sem luz, sem casa de banho dentro de casa e com muitos perigos naturais. Mas cedo percebem que vivem numa comunidade muito unida, onde todos se ajudam.

Com a chegada do inverno, altera-se bastante o estado psicológico de Ernt pelo facto de ficarem todos confinados à sua cabana. Os traumas do seu passado regressam, e Cora e Leni vivem permanentemente assustadas com Ernt. Cora parece desculpar sempre as atitudes violentas do marido e Leni, apesar de não entender o comportamento da mãe, tornam-se bastante cúmplices e próximas.

A autora conseguiu transmitir-nos toda a solidão, frio, isolamento daquela terra mas também as paisagens magnificas daquela zona do Alasca. É um cenário duro e cruel onde esta família tenta sobreviver com aquilo que tem e com uma ideia disfuncional do que é o amor.
É essencialmente uma história de amor mas também de amizade, da vida em comunidade e de resiliência. 

Foi um livro que me agarrou desde as primeiras páginas e, apesar de ter gostado muito, não tanto quanto o Rouxinol. Gostei bastante do final do livro. Recomendo esta leitura!


Classificação: 5/5



SINOPSE
1974, Alasca. Indómito. Imprevisível. E para uma família em crise, a prova definitiva. Ernt Allbright regressa da Guerra do Vietname transformado num homem diferente e vulnerável. Incapaz de manter um emprego, toma uma decisão impulsiva: toda a família deverá encetar uma nova vida no selvagem Alasca, a última fronteira, onde viverão fora do sistema. Com apenas 13 anos, a filha Leni é apanhada na apaixonada e tumultuosa relação dos pais, mas tem esperança de que uma nova terra proporcione um futuro melhor à sua família. Está ansiosa por encontrar o seu lugar no mundo. A mãe, Cora, está disposta a tudo pelo homem que ama, mesmo que isso signifique segui-lo numa aventura no desconhecido. Inicialmente, o Alasca parece ser uma boa opção. Num recanto selvagem e remoto, encontram uma comunidade autónoma, constituída por homens fortes e mulheres ainda mais fortes. Os longos dias de verão e a generosidade dos habitantes locais compensam a inexperiência e os recursos cada vez mais limitados dos Allbright. 

À medida que o inverno se aproxima e que a escuridão cai sobre o Alasca, o frágil estado mental de Ernt deteriora-se e a família começa a quebrar. Os perigos exteriores rapidamente se desvanecem quando comparados com as ameaças internas. Na sua pequena cabana, coberta de neve, Leni e a mãe aprendem uma verdade terrível: estão sozinhas. Na natureza, não há ninguém que as possa salvar, a não ser elas mesmas. Neste retrato inesquecível da fragilidade e da resiliência humana, Kristin Hannah revela o carácter indomável do moderno pioneiro americano e o espírito de um Alasca que se dissipa - um lugar de beleza e perigo incomparáveis. A Grande Solidão é uma história ousada e magnífica sobre o amor e a perda, a luta pela sobrevivência e a rudeza que existe tanto no homem como na natureza.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Opinião - O Rouxinol, Kristin Hannah



(Em promoção na Wook)


Tão bem que ouvi falar deste livro que tive de o ler. Aproveitei o projeto Hol74 do canal Books and Movies da Dora Santos Marques a decorrer em janeiro. 
Foi uma leitura conjunta com a Patrícia Rodrigues do blog/canal Prazer da Coisas, que gostei muito de fazer.

Sim, este livro é sobre a 2ª Guerra Mundial mas não é "mais um".
Conta-nos a história de Vianne, casada com Antoine que parte para a guerra, e da sua irmã Isabelle, uma jovem rebelde de 18 anos que se sente abandonada pelo pai, Julien, e pela irmã.

Após a invasão da França pelos nazis, um capitão alemão fica a viver me casa de Vianne, juntamente com a sua filha Sophie de 8 anos. Vianne acaba por ter sentimentos contraditórios em relação ao capitão, nunca época em que a comida é muito escassa, onde se tenta sobreviver, pensar no hoje porque o amanhã logo se vê.

Já Isabelle, com o seu espírito rebelde junta-se à resistência e acaba por ter um papel muito importante dada a sua coragem e bravura e principalmente determinação.

É uma história de amores, de sobrevivência, coragem e resistência e especialmente de esperança. Uma visão do que foi a guerra por parte das muitas mulheres que ficaram com os filhos enquanto os maridos ião combater, sem nunca saber se regressariam.

Escusado dizer que chorei, chorei bastante. É um livro fantástico com um final muito emotivo! Por favor leiam!

Classificação. 5/5.


SINOPSE

Na tranquila vila de Carriveau, Vianne despede-se do marido, Antoine, que parte para a frente da batalha. Ela não acredita que os nazis vão invadir a França… mas é isso mesmo que fazem, em batalhões de soldados em marcha, em caravanas de camiões e tanques, em aviões que enchem os céus e largam as suas bombas por cima dos inocentes. Quando um capitão alemão reclama a casa de Vianne, ela e a filha passam a ter de viver com o inimigo, sob risco de virem a perder tudo o que têm. Sem comida, dinheiro ou esperança, e à medida que a escalada de perigo as cerca cada vez mais, é obrigada a tomar decisões impossíveis, uma atrás da outra, de forma a manter a família viva. Isabelle, a irmã de Vianne, é uma rebelde de dezoito anos, que procura um objetivo de vida com toda a paixão e ousadia da juventude. 

Enquanto milhares de parisienses marcham para os horrores desconhecidos da guerra, ela conhece Gäetan, um partisan convicto de que a França é capaz de derrotar os nazis a partir do interior. Isabelle apaixona-se como só acontece aos jovens… perdidamente. Mas quando ele a trai, ela junta-se à Resistência e nunca olha para trás, arriscando vezes sem conta a própria vida para salvar a dos outros. Com coragem, graça e uma grande humanidade, a autora best-seller Kristin Hannah capta na perfeição o panorama épico da Segunda Guerra Mundial e faz incidir o seu foco numa parte íntima da história que raramente é vista: a guerra das mulheres. 

O Rouxinol narra a história de duas irmãs separadas pelos anos e pela experiência, pelos ideais, pela paixão e pelas circunstâncias, cada uma seguindo o seu próprio caminho arriscado em busca da sobrevivência, do amor e da liberdade numa França ocupada pelos alemães e arrasada pela guerra. Um romance muito belo e comovente que celebra a resistência do espírito humano e em particular no feminino. Um romance de uma vida, para todos.