Sinopse:
O Pianista de Hotel transporta-nos numa melodia.
É uma entrada para um mundo regido pela linguagem da música, pela sua
força e beleza, presentes no ritmo de cada frase, de cada parágrafo
rigorosamente medido.
Livro em camadas, nele se cruzam diversos planos, diversas histórias
perpassadas pelo poder redentor da música que entra e rasga, a solidão, a dor e o vazio das pessoas que habitam nestas páginas. Com
um vasto subtexto, a densidade das personagens está carregada de mistérios que
nos prendem a sucessivas interrogações.
Há um pouco de nós em todas elas.
Há muito de nós neste mergulho ao mais fundo da alma humana.
É um romance que se lê e ouve, que mantém todos os sentidos alerta. Uma
pauta musical, com andamentos diversos, que acabam por se cruzar numa vertigem
imprevisível de autêntico thriller psicológico.
E, depois, há o pianista…
Sinopse:
Aos catorze anos, Matias
Fluss é um adolescente preocupado com três coisas: o sexo, um tio enlouquecido
e as fábulas budistas. Vive com a mãe e a irmã mais velha, Cecilia, numa
espécie de ninho onde lambe as feridas da juventude: a primeira paixão, as
dúvidas existenciais, os conflitos de afirmação. Sempre que sente o copo a
transbordar, refugia-se na cabana isolada do tio Elias.
Cedo, contudo, a inocência lhe será arrancada.
Ao virar da esquina, encontra-se o golpe mais duro da sua vida: o
desaparecimento súbito de Cecilia que, afundada numa paixão por um homem
desconhecido, é vista pela última vez a saltar de uma ponte.
Muito mais tarde, Matias será obrigado a
revisitar a dor, quando a sua pacata vida de professor universitário é
interrompida por uma carta vinda das sombras do passado, lançando a suspeita
sobre o que aconteceu realmente à sua irmã — sem saber ainda que regressar ao
passado poderá significar, também, resgatar-se a si mesmo.
No final desta «trilogia dos lugares sem nome»,
iniciada com O luto de Elias Gro, João Tordo explora, através de personagens
únicas e universais, numa geografia singular, os temas da memória e do afecto,
do amor e da desolação, da vida terrena e espiritual, procurando aquilo que com
mais força nos liga aos outros e a nós próprios.

Sinopse
A Sociedade dos Sonhadores Involuntários é uma fábula política, satírica e
divertida, que desafia e questiona a natureza da realidade, ao mesmo tempo que
defende a reabilitação do sonho enquanto instrumento da consciência e da
transformação.
O jornalista angolano Daniel Benchimol sonha com pessoas que não conhece. Moira
Fernandes, artista plástica moçambicana, radicada em Cape Town, encena e
fotografa os próprios sonhos. Hélio de Castro, neurocientista brasileiro,
filma-os. Hossi Kaley, hoteleiro, antigo guerrilheiro, com um passado obscuro e
violento, tem com os sonhos uma relação ainda mais estranha e misteriosa. Os
sonhos juntam estas quatro personagens num país dominado por um regime
totalitário à beira da completa desagregação.
Algum que vos chame à atenção?
Eu gostei da sinopse do Pianista de Hotel! E nunca li nada do Rodrigo Guedes de Carvalho.